> Alternativa de Confiança

Bem-vindo ao meu blogue na internet! Sou o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Valongo e neste espaço pretendo estabelecer um elo de comunicação com todos os munícipes do concelho. Os principais desenvolvimentos da candidatura serão aqui relatados. Conto, desde já, com o contributo de todos para a discussão das ideias e dos temas que fazem parte do quotidiano dos Valonguenses. Desejo, por isso, que este blogue seja um espaço de partilha das nossas preocupações, das nossas angústias e das nossas ambições quanto ao futuro do concelho de Valongo. Procuraremos, em conjunto, encontrar as soluções e o caminho a seguir, estabelecendo um diálogo permanente com todas e todos os que acreditam que é possível construir uma verdadeira alternativa – uma alternativa de confiança - para mudar o nosso concelho.

Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

Jantar do BE no Sábado - 3 de Outubro

 

O Bloco de Esquerda Valongo conviada-o a estar presente no Jantar do próximo Sábado (3 DE OUTUBRO), pelas 19.30 horas, no restaurante 7-zé, na Rua D. Pedro IV, nº 111, Susão, em Valongo e que contará com a presença dos candidatos aos orgãos autárquicos no concelho.
 
OBS: Inscrição para o jantar até ao dia 2 de Outubro (Sexta-feira) – Luís Santos tlm. 965082486 ou Fernando Guedes tlm. 968042418 - PREÇO: 14,00€
 
Contamos com a sua presença. Apareça!
publicado por eliseupintolopes às 22:56
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Tempos de antena do BE

Os tempos de antena do Bloco de Esquerda dedicados às Autárquicas 2009 encontram-se disponíveis em:


TA de 3min
http://www.esquerda.net/mp3/Autarquicas2009/programa_1_3min.mp3

TA de 3 min e 45 seg
http://www.esquerda.net/mp3/Autarquicas2009/programa_1_3_45.mp3

 

publicado por eliseupintolopes às 22:47
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

PROGRAMA ELEITORAL DO BLOCO DE ESQUERDA

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS VALONGO 2009

Decorridos 16 anos continuamos a viver no concelho mais pobre do Grande Porto. Segundo os dados avançados pelo Observatório para o Desenvolvimento Social e Económico da Universidade da Beira Interior, o município de Valongo passou do 54º lugar, em 2004, para o 93º, em 2006, baixando 39 posições no ranking das 278 autarquias do continente. O atraso do concelho de Valongo é cada vez maior. Não é mais possível esconder ou aligeirar as responsabilidades de todos aqueles que têm gerido o município e o têm levado para o “fundo do poço”. O actual executivo camarário, liderado pela coligação PSD/PP, tem demonstrado desorientação, desgaste, impotência e, sobretudo, desmotivação. Vive enredado nas quezílias e nas intrigas políticas, nas demissões de vereadores e nas retiradas de competências, nos interesses instalados e nas disputas de poder, na falta de sensibilidade social e nas falsas promessas.
O BE tem demonstrado uma outra forma de fazer política. Uma política com coerência no discurso e na actuação. Na Assembleia Municipal de Valongo e na Assembleia de Freguesia de Ermesinde temos presença activa e temos feito esse trabalho. Para nós, as pessoas estão em primeiro lugar e, ao lado delas, lutamos pelas suas aspirações. Quando os pais dos alunos das escolas da Bela, Sampaio e Gandra reclamaram da falta de cantinas para os seus filhos, nós estávamos lá. Quando a Lear encerrou as portas e deixou mais de 1000 trabalhadores no desemprego, nós estávamos lá. Quando foi preciso impedir a negociata da entrega do serviço público de recolha de resíduos a uma empresa privada, nós estávamos lá. Quando foi preciso alertar para a necessidade de criação de um gabinete de apoio às vítimas de violência doméstica, nós estávamos lá. Quando foi preciso propor medidas para o combate à crise social, nós estávamos lá. Nunca viramos a cara à luta e às causas das pessoas.
Estivemos, por isso, à altura das responsabilidades que os cidadãos nos confiaram e ganhamos força com a experiência adquirida. Fizemos a diferença. Crescemos e estamos mais fortes, mais preparados e mais interventivos. As pessoas conhecem-nos e sabem que somos, hoje, a esquerda que vai à luta, a esquerda que quer juntar forças de todos os homens e de todas as mulheres do concelho e construir uma verdadeira alternativa: uma alternativa de confiança!
O Bloco marca a diferença não só no programa eleitoral, mas também na actuação dos seus candidatos. Para o Bloco não basta a coerência no discurso. É preciso também coerência na actuação. E isso, infelizmente, tem faltado naqueles que têm governado o nosso concelho.
Por isso, assumimos um projecto de mudança. Pretendemos fazer constar os nossos compromissos neste programa político para a transformação do concelho de Valongo, propondo o seguinte:
 
Combate à crise social através da acção da Câmara
Segundo os números do Banco de Portugal existem 2 milhões de pobres, dos quais 300 mil são crianças. São números que demonstram a gravidade e a dimensão da pobreza no nosso país. No concelho de Valongo a crise social agrava-se com a crise económica. O desemprego cresceu cerca de 27% no último ano e, em Junho passado, o concelho contava já com 7.000 desempregados. Para o Bloco de Esquerda a Câmara deve assumir o combate à crise social como prioritário e urgente. Neste contexto, foi fundamental a recente aprovação da Recomendação por um Programa de Urgência Social contra a crise, proposta pelo Bloco de Esquerda, na Assembleia Municipal de Valongo e que contou com a abstenção do PSD. È, por isso, fundamental a concretização prática da referida Recomendação por parte da Câmara Municipal mediante:
 
a) A criação imediata de um Gabinete de Combate á Crise, com a finalidade de proceder a um levantamento exaustivo de todas as situações de pobreza, exclusão social, sobreendividamento de famílias e pequenas empresas e promover as medidas que possam estar ao alcance do município para minorar o impacto da crise sobre os grupos sociais mas desfavorecidos;
 
b) A diminuição da taxa de IMI para famílias necessitadas;
c) A isenção de taxas municipais e comparticipação no pagamento da factura da água a famílias carenciadas do concelho;
Bloco assume como primordial a concretização de um programa de políticas municipais destinado a apoiar os jovens em início de vida activa e as pessoas mais idosas que procuram manter ou melhorar a sua
d) O congelamento do aumento das rendas sociais;
e) A revisão imediata de todas as rendas sociais das habitações com agregados familiares em situação de desemprego, pobreza ou exclusão social recentes;
 
f) A disponibilização de títulos de transportes públicos aos munícipes mais carenciados;
 
g) A comparticipação no preço dos medicamentos dos desempregados, pensionistas carenciados e doentes crónicos;
h) A distribuição gratuita de livros e de material escolar aos alunos do 1º ciclo. 
 
Concretização de um Programa de Políticas Municipais de Apoio aos Jovens e aos Idosos
O qualidade de vida. Cada vez mais, os jovens sentem o concelho como um dormitório ou um refúgio à carestia de vida do Porto. Os idosos vivem isolados entre as paredes das suas próprias casas. As pessoas não vivem o concelho, pois com ele não se sentem identificadas. Falta, por isso, um sentimento de pertença, uma identidade concelhia, uma identidade valonguense. O Bloco quer um concelho vivo, dinâmico e atractivo para os jovens iniciarem os seus projectos de vida autónoma e com qualidade de vida para todos.
 
Entre outros, o programa terá por objectivo a integração dos jovens no concelho para que deixem de sentir o município como um dormitório ou um refúgio à carestia de vida do Porto. O concelho deverá ser atractivo e propício para iniciarem os seus projectos de vida autónoma. A sua identificação com o concelho é fundamental. Falta, por isso, um sentimento de pertença, uma identidade concelhia, uma identidade valonguense. E, por isso, nesta matéria propomos:
 
a) Criação de bolsa de imóveis destinados ao arrendamento a jovens até aos 35 anos de idade com custos controlados, através, por exemplo, do aproveitamento dos vários prédios inacabados do concelho;
 
b) Isenção de taxas municipais e comparticipação no pagamento das facturas de água;
c) Programas de apoio a projectos empreendedores de jovens em início de vida profissional e de apoio à entrada no mercado de trabalho;
d) Construção e beneficiação de equipamentos para a prática desportiva e promoção da sua utilização pelas camadas jovens;
 
e) Criação de espaços físicos de encontro e convívio de jovens junto das associações locais, dotando esses espaços de computadores, internet, livros, cd´s, dvd´s, entre outros.
 
f) Promoção do associativismo e do voluntariado, bem como da participação cívica nas actividades municipais;
g) Criação de creches e infantários municipais em todas as freguesias mediante protocolos celebrados com as Juntas de Freguesia;
 
Assegurar e manter a qualidade de vida dos mais idosos é também um factor de desenvolvimento social. Por vezes, as medidas mais simples podem fazer a diferença para aqueles que perderam a sua autonomia e dependem da ajuda de terceiros. Assim o Bloco propõe:
 
a) Mediante protocolos a celebrar com as Juntas de Freguesia, a instalação de Gabinetes de Apoio ao Idoso em todas as freguesias do concelho, com vista ao acompanhamento permanente nas mais diversas questões, como por exemplo, impostos, preenchimento de documentos, pedidos de cuidados de saúde ou assistência hospitalar, etc.
b) A aquisição pela Câmara Municipal de diverso equipamento hospitalar para disponibilizar aos idosos do concelho, nomeadamente, cadeiras de rodas, camas articuladas, canadianas, andarilhos, etc;
 
c) Apoio financeiro e logístico às associações e IPSS do concelho, nomeadamente, no aumento das vagas em lares e na expansão da assistência domiciliária, bem como na organização de actividades recreativas e desportivas especialmente dedicadas aos mais idosos;
 
d) Criação de bolsa de imóveis especialmente adaptados destinados ao arrendamento aos idosos com custos controlados que vivam em casas degradadas, através, por exemplo, do aproveitamento dos vários prédios inacabados do concelho;
 
e) Criação de dotação orçamental especialmente destinada a dar auxílio em situações de emergência social.
 
Municipalização dos serviços básicos e aposta na qualidade dos serviços públicos
O concelho revela graves carências nos serviços públicos que servem a população e que são a consequência das políticas desastrosas do actual executivo camarário do PSD/PP. Desde logo, a privatização dos serviços básicos (água, saneamento, resíduos sólidos, transportes, parqueamento, etc) apenas serviu para encarecer brutalmente o custo de vida dos munícipes e aumentar o lucro das empresas privadas.
A inviabilidade de projectos megalómanos como a “NOVA VALONGO” que acolheria parte significativa dos serviços públicos do município contribuiu para o grave atraso do concelho nesta matéria. O Bloco tem denunciado esta política falhada e alertado para a falta de condições de muitos serviços públicos como aconteceu, entre outros, no tribunal de Valongo, nos centros de saúde de Ermesinde e de Campo e na Unidade de Saúde Familiar (USF) de Alfena. Mas o serviço público de qualidade pouco ou nada interessa a este executivo municipal. É ver como o “jogo do empurra” entre Câmara Municipal e Ministério da Saúde para arranjar um terreno para as novas instalações da USF de Alfena tem prejudicado a população daquela freguesia. Já para o que é privado, Fernando Melo tem toda a disponibilidade para aparecer nas fotografias de braço dado com os administradores do Grupo Trofa Saúde a visitar as obras dos futuros hospitais privados de Alfena e de S. Martinho ou anunciar com “pompa” a construção de mais um hospital privado em Valongo. Pelo que, defendemos uma Câmara activa na defesa dos serviços públicos prestados no concelho (educação, saúde, justiça, segurança social, etc) e que seja capaz de sensibilizar todas as entidades que os tutelam para a melhoria da sua qualidade. Defendemos igualmente a municipalização dos serviços básicos, pois estes devem ser de todos e não o negócio de alguns.
 
Captação de investimento para o concelho e criação de emprego
A actuação do actual executivo é claramente deficitária em termos de fixação e atracção de empresas, negócios e actividades que beneficiem o concelho na criação de riqueza e de emprego. Não existem políticas estruturadas, claras e eficazes de apoio às PME, ao empreendedorismo, ao microcrédito e ao planeamento e desenvolvimento empresarial. Em suma, as potencialidades do concelho de Valongo nesta área não são aproveitadas e incentivadas, o que tem contribuído para a decadência económica do município ao longo dos últimos anos.
 
Políticas activas de promoção da cultura e do desporto, mediante a valorização do associativismo e das colectividades locais
O executivo municipal tem seguido uma política desastrosa nas áreas da cultura e do desporto. Procurou, desde logo, impor unilateralmente a política a seguir nestes domínios com o total desprezo pelo trabalho desenvolvido pela maioria das associações e das colectividades locais. Até à presente data, o actual executivo liderado por Fernando Melo insiste em fazer eleitoralismo com o associativismo no concelho, como acontece, por exemplo, com o recém-criado Gabinete das Colectividades que aparece, precisamente, a seis meses das eleições.
Na verdade, a câmara nunca teve um programa desenvolvido em permanência para as associações e, por isso, adopta estas medidas isoladas e de fachada. Tem demonstrado uma atitude de desprezo face às actividades desenvolvidas e que se revela, desde logo, na fraca presença das colectividades na organização dos eventos promovidos na agenda cultural de Valongo. Ainda há um ano atrás, em entrevista a um jornal local, Fernando Melo afirmava que “para elas (associações), muitas vezes o que importa passa por ranchinhos ou coisinhas desse tipo, que têm a sua razão de ser, mas que não têm nada a ver com a nossa identificação” (in Voz de Ermesinde de 15/04/2008).
Para o Bloco, só é possível levar a cultura e o desporto a todo o concelho através de um trabalho de parceria com as associações e as colectividades locais. Estas são os parceiros privilegiados na promoção da cultura e do desporto. Por um lado, estão mais próximas das populações e, por outro, são conhecedoras da realidade e do terreno onde actuam. Daí que seja absolutamente urgente repensar o papel destas entidades no concelho, pois são fundamentais na promoção da democracia participativa e no envolvimento dos cidadãos na vida cívica. O Bloco defende, por isso, o desenvolvimento de um Programa Municipal de Apoio às Associações e Colectividades que, numa primeira fase, passaria pela realização de um estudo de análise da situação do associativismo no concelho e, numa segunda fase, pela planificação da política de promoção da cultura e do desporto propriamente ditos, sempre em estreita colaboração não só com as associações, mas também com as Juntas de Freguesia.
 
Orçamento Participativo, Ordeamento do território, Acessibilidades e Mobilidade
São bandeiras do Bloco desde a sua nascença, embora alguns candidatos só as tenham descoberto nestas eleições autárquicas. Infelizmente, continua a ser necessária a sua defesa, uma vez que nada mudou no concelho. O orçamento municipal é um instrumento fundamental de definição da política do concelho e deve ser elaborado com a participação activa da população que, desta forma, pode ter influência directa nas decisões.
Em matéria de ordenamento do território existe muito trabalho a fazer, nomeadamente, em termos urbanísticos. Um olhar atento sobre o município denunciará um dos maiores atentados das políticas seguidas pelo actual executivo do PSD/PP nos últimos 16 anos: a instalação de um verdadeiro caos urbanístico no concelho. A especulação imobiliária e a carestia de vida na cidade do Porto, sobretudo, no final da década de 90, contribuíram para um forte aumento da procura de habitação nos concelhos da periferia. Em poucos anos, milhares de jovens casais vieram atrás de habitação barata e era, precisamente, no concelho de Valongo que a acabavam por encontrar. A falta de planeamento urbanístico, a cedência aos lóbis imobiliários e a ganância de receita fiscal ditaram o cenário negro em que, hoje, vivemos. Avenidas inteiras de prédios a tapar o sol a outros prédios, milhares de habitações sem qualidade, mais de cinco mil imóveis devolutos, dezenas de prédios inacabados, isolados ou sem acessos, prédios construídos em cima das linhas-férreas, das auto-estradas ou junto de linhas de alta tensão, prédios construídos sem projectos ou licenças e de tudo um pouco foi aparecendo. A noção de Valongo como dormitório da cidade do Porto tornou-se uma realidade.
No sonho permaneceram os espaços verdes, os parques infantis, os centros cívicos, as hortas comunitárias, os apoios ao associativismo, às colectividades, ao desporto e à cultura, a dinamização do comércio tradicional, a reabilitação do património histórico e dos centros das cidades, e tudo aquilo que fizesse com que as pessoas se sentissem enraizadas no concelho e nele gostassem de viver.
Assim, para inverter este cenário propomos uma redefinição da política urbanística municipal que promova, entre outros, a redução das áreas e dos índices construtivos, a reabilitação urbana, a criação de mais espaços verdes e de lazer, a melhoria da fiscalização municipal às obras de edificação, a penalização fiscal dos prédios devolutos, a delimitação rigorosa e equilibrada das áreas habitacionais, comerciais e industriais, a planificação das acessibilidades e da mobilidade nos aglomerados urbanos, a reabilitação do património histórico do concelho. A planificação das acessibilidades e da mobilidade nos aglomerados urbanos leva-nos a outra antiga reivindicação do Bloco: a criação da rede de Transportes Urbanos de Valongo e a melhoria das acessibilidades que estabelecem a ligação entre as freguesias. Prioridades do Bloco inscritas no programa de há oito anos.
 
 
Conservação do património natural como promotor do desenvolvimento local
O ambiente é também uma questão fundamental para o BE, e porque pouco ou nada foi feito à excepção das campanhas de propaganda, reafirmamos as propostas de há quatro anos, nomeadamente, quanto ao tratamento e despoluição definitiva dos rios que atravessam o concelho e a concretização do plano de preservação e salvaguarda das Serras de Santa Justa, Pias e Castiçal, pondo fim ao abandono que propicia acções criminosas de fogo posto, de vandalismo e depósito de resíduos sólidos. A classificação destas serras como paisagem protegida e o aproveitamento do seu potencial turístico é fundamental no âmbito de políticas de desenvolvimento sustentado do concelho e da promoção da qualidade de vida. Propomos ainda um forte investimento na promoção da reciclagem dos resíduos sólidos que em muitas freguesias é claramente insuficiente ou inexistente.
 
Gestão municipal democrática e aberta às instituições do concelho
Os eleitos do Bloco continuarão a defender uma gestão municipal democrática e aberta às instituições Gestão municipal democrática e aberta às instituições do concelho. Entendemos que a gestão do município é tarefa da responsabilidade de todos e, por isso, os processos de decisão estratégicos serão precedidos de consulta e da audição dos munícipes e das entidades interessadas. As associações, as colectividades, as juntas de freguesia e demais instituições públicas constituirão sempre os parceiros privilegiados na decisão e execução das políticas municipais nas mais diversas áreas.
 
O Bloco de Esquerda quer uma nova política no concelho de Valongo. Este programa tem por objectivo dar resposta a essa aspiração, procurando resgatar a confiança dos cidadãos que acreditam ser possível uma mudança. O Bloco quer construir essa mudança e fazer a diferença, defendendo o respeito pelo programa aqui plasmado e a actuação coerente com aquilo que proclamamos.

BLOCO DE ESQUERDA VALONGO, SETEMBRO DE 2009

 

publicado por eliseupintolopes às 13:03
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Iniciativas do Bloco de Esquerda Valongo

  BLOCO: ALTERNATIVA DE CONFIANÇA!

 
O Núcleo de Valongo do Bloco de Esquerda realizará, no próximo dia 21 DE SETEMBRO DE 2009, diversas iniciativas de campanha dedicadas ao nosso concelho e convida-o a estar presente e a participar no programa seguinte:
 
10:30 h. – Encontro na Praça Machado dos Santos, em Valongo, com a presença dos candidatos João Semedo, Eliseu Pinto Lopes e Fernando Monteiro.
 
13:00 h. - Distribuição de propaganda na Escola Secundária de Ermesinde.
 
15:30 h. – Visita à Feira e à Estação de Ermesinde com os candidatos do Bloco de Esquerda aos órgãos autárquicos.
 
 
Contamos com a sua presença. Apareça!
 
publicado por eliseupintolopes às 10:47
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Impasse entre Câmara e Ministério da Saúde prejudica Alfena

 

estetoscopio.jpg Ministério da Saúde e Câmara de Valongo andam no «jogo do empurra» quanto à responsabilidade  da obtenção de terreno para a construção de nova Unidade de Saúde Familiar de Alfena, segundo a candidatura local de Valongo. O Bloco denunciou em comunicado de imprensa a maneira como a população está a ser prejudicada por este impasse.

 

publicado por eliseupintolopes às 13:29
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Candidatos do BE na Expoval

Os candidatos do Bloco à Câmara Municipal de Valongo, Eliseu Pinto Lopes, e à Assembleia de Feguesia de Ermesinde, Luís Santos, integraram uma pequena comitiva na visita à Expoval.

 

O contacto entre os candidatos e as pessoas foi muito caloroso, tendo sido evidente a simpatia revelada pelo trabalho feito pelo Bloco no concelho, sobretudo, pelos mais jovens. A confiança dos eleitores é cada vez maior, assim como a expectativa em relação ao nosso desempenho. 

 

A campanha torna-se agora mais intensa e o Bloco está pronto para afirmar a sua posição e fazer a diferença!!!

 

publicado por eliseupintolopes às 02:13
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Bloco questiona Ministério da Saúde e Câmara Municipal acerca da construção das novas instalações da USF de Alfena

 

 

Exmo. Senhor Director da
Unidade de Saúde Familiar de Alfena

 
Valongo, 06 de Agosto de 2009

Assunto: Prestação de informação acerca da construção de novas instalações da USF Alfena
Exmo. Senhor Director,
 
 
Na sequência da nossa visita/reunião à Unidade de Saúde Familiar de Alfena realizada no passado dia 03.06.2009, o Grupo Municipal do Bloco de Esquerda, por interpelação do Deputado Fernando Monteiro na Assembleia Municipal, foi informado verbalmente pelo Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal acerca da indisponibilidade, no momento, de qualquer terreno destinado à construção das novas instalações da USF Alfena.
 
 
Entretanto, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, na pessoa do Deputado João Semedo, apresentou na Assembleia da República várias perguntas dirigidas ao Ministério da Saúde relacionadas com as preocupações manifestadas na visita/reunião.
 
Por ofício de datado de 27/07/2009, o Ministério da Saúde por intermédio da Chefe do Gabinete da Sra. Ministra veio dar a resposta que abaixo se transcreve:
“A Unidade de Saúde Familiar (USF) de Alfena entrou em funcionamento no dia 20 de Novembro de 2006, encontrando-se actualmente a prestar cuidados de saúde a 13.686 utentes.
 
Com a entrada em funcionamento da USF de Alfena, a Extensão de Saúde de Alfena sofreu obras de remodelação e beneficiação, tendo sido ainda informatizados todos os postos de trabalho.
O ministério da Saúde aguarda a formalização das negociações com a Câmara Municipal de Valongo relativamente à cedência de um terreno para a construção de um novo equipamento de saúde em Alfena, tendo inclusivamente inscrito, para o efeito, verbas no PIDDAC no valor de 200.000€, para 2009, e de 1.000.000€, para 2010.
 
O Ministério da Saúde prevê a execução do projecto, bem como o início da empreitada durante o corrente ano, com conclusão prevista para 2010.”
 
De facto, tanto quanto conseguimos apurar, o início das obras de construção das novas instalações continua a estar dependente da existência de terreno adequado, sendo certo que este ainda não terá sido cedido pela Câmara Municipal de Valongo, entidade com a qual existem negociações para o efeito, segundo a informação prestada.
 
Da nossa parte, continuaremos a dar toda a atenção ao desenvolvimento deste assunto e a lutar pela rápida construção das novas instalações da USF Alfena.
 
Com os melhores cumprimentos,

O Secretariado,

 

publicado por eliseupintolopes às 11:54
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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

Bloco apesenta propostas e marca a agenda política no concelho

SECÇÃO: Destaque

A CAMPANHA ELEITORAL NO CONCELHO
Eliseu Pinto Lopes (Bloco de Esquerda) apresentou propostas de combate à crise

O candidato do Bloco de Esquerda (BE) à presidência da Câmara de Valongo, Eliseu Pinto Lopes, visitou no passado dia 8 de Julho, o Centro de Emprego de Valongo, tendo, dois dias depois visitado igualmente o Tribunal de Valongo. Após a visita ao Centro de Emprego, Eliseu Pinto Lopes, reflectindo a situação encontrada, divulgou um conjunto de propostas dirigidas à luta pelo emprego e contra a exclusão social. O cabeça-de-lista do BE comentou também algumas iniciativas públicas das candidaturas de Fernando Melo e Maria José Azevedo.

Foto MANUEL VALDREZ
Foto MANUEL VALDREZ

Após a recente visita ao Centro de Emprego de Valongo, Eliseu Pinto Lopes, candidato bloquista à Câmara de Valongo, inteirado do diagnóstico do desemprego no concelho e tendo em conta os dados mais recentes, apresentou publicamente dados sobre a situação. O candidato considerou que «o desemprego no concelho atingiu um nível preocupante resultado do sucessivo encerramento de várias empresas no concelho como aconteceu com a Lear. Os dados confirmam a gravidade da situação, estando inscritos, no final do mês de Maio de 2009, 6 930 pessoas, ou seja, mais 1 514 desempregados que no mesmo mês do ano anterior». destes incritos, cerca de metade em Ermesinde, tendo por isso Eliseu Pinto Lopes apresentado agora a proposta de um balcão de atendimento do Centro de Emprego precisamente em Ermesinde. «A concretização desta medida permitiria, por um lado, descongestionar o Centro de Emprego de Valongo e, por outro, servir melhor os utentes de Ermesinde que poupariam dezenas ou até centenas de euros em deslocações», defende o cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda.
Segundo este, «infelizmente, os elementos avançados vieram a confirmar os dados do BE que apontam para um acréscimo superior a 25% de desempregados no concelho em apenas um ano. Estes números demonstram que as prioridades assumidas pelo Bloco no combate à crise social são o caminho certo». Neste contexto, defendeu o candidato, «foi fundamental» a recente aprovação da Recomendação por um Programa de Urgência Social contra a crise, proposta pelo Bloco de Esquerda, na Assembleia Municipal de Valongo e que foi aprovada com os votos favoráveis do partido proponente, PS e CDU, a abstenção do PSD e da presidente da mesa da Assembleia, e um voto contra de um deputado do PSD.
Eliseu Pinto Lopes entende ainda que o município de Valongo revela «graves carências em muitos dos serviços públicos que servem a população em áreas essenciais como a saúde, a justiça, a educação, a segurança, entre outras, com «diversas insuficiências ao nível dos recursos logísticos e humanos nestes serviços».
Recorde-se que o cabeça-de-lista do BE «tem sido uma das vozes activas na denúncia das más condições do Tribunal de Valongo que continua na mesma situação há 14 anos».
Comentando também alguns aspectos da campanha eleitoral, Eliseu Pinto Lopes, dirigindo-se aos seus adversários políticos, “apelou” a que estes se concentrem «mais no debate de ideias e programas para servir o concelho e à elevação do nível da campanha para as autárquicas».
O cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda declarou-se «preocupado», a pouco mais de dois meses das eleições, pela «campanha espectáculo para a comunicação social em vez do debate profundo e sereno das propostas para combater o atraso do concelho».
Criticando os seus adversários, Eliseu Pinto Lopes apontou que «a prioridade deve ser a discussão das dificuldades da população e não o show off político vazio de conteúdo e utilidade. Não é por chorar em público ou registar as promessas no cartório à frente das câmaras de televisão que um candidato passa a ser mais sério ou credível que os restantes». Fazendo seu o slogan “Alternativa de Confiança”, o primeiro candidato à Câmara pela lista do Bloco de Esquerda confirmou ainda que «é, por isso, necessária alguma contenção a todos os níveis, sob pena de se defraudarem as expectativas dos eleitores e desacreditar ainda mais a política», referiu.

Por: AVE
in jornal "A Voz de Ermesinde" de 31.07.2009

 

publicado por eliseupintolopes às 16:09
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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Campus da Justiça de Valongo

Tribunais

BE diz que anúncio de Campus da Justiça é para dar protagonismo à campanha do PS

por Agência Lusa, Publicado em 29 de Julho de 2009

 

O candidato do BE à câmara de Valongo acusou hoje o Ministério da Justiça de “secretismo” quanto ao projecto do novo Campus da Justiça do concelho cuja cerimónia de lançamento da primeira pedra, hoje realizada, pretendeu “dar protagonismo à campanha do PS”.

Em comunicado, Eliseu Pinto Lopes salienta que a cerimónia que hoje decorreu em Valongo “é um mero anúncio de intenções sem qualquer consequência prática que não seja a de dar protagonismo à campanha do Partido Socialista e do seu candidato local à Câmara Municipal”.

O candidato bloquista critica as opções tomadas quanto ao desenho do edifício e ao local escolhido para a sua implantação, prevendo que o futuro campus “será uma muralha de prédios com um impacto visual brutal”.

Condena ainda o Governo por optar por uma parceria público-privada para aquela infraestrutura “em que o Estado fica com o encargo de pagar rendas mensais altíssimas durante décadas”.

Após 14 anos a funcionar em instalações provisórias, o tribunal de Valongo será estabelecido no novo Campus de Justiça cuja primeira pedra foi hoje lançada pelo secretário de Estado adjunto e da Justiça, José Conde Rodrigues.

O Campus de Justiça de Valongo, a ser concluído em 2011, irá nascer num terreno junto à Avenida Emídio Navarro, ocupando uma área total de 9 800 metros quadrados e representando um investimento que ascende aos 9,5 milhões de euros.

 

in www.ionline.pt

publicado por eliseupintolopes às 18:06
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

BE faz aprovar recomendação para a criação de um Gabinete de Combate à Crise

       

.A Assembleia Municipal de Valongo aprovou uma recomendação do Bloco de Esquerda que reivindica junto do Executivo camarário um Programa de Urgência Social contra a crise que, entre outras medidas, adopte a criação de um Gabinete de Combate à Crise.

Este Gabinete seria composto por uma equipa municipal multidisciplinar, com a finalidade de proceder ao levantamento de todas as situações de desemprego, pobreza, exclusão social e sobre-endividamento de famílias, com vista a minorar o impacto da crise sobre os grupos sociais mais desfavorecidos do concelho de Valongo.

Recentemente,  Eliseu Pinto Lopes, candidato bloquista à Câmara de Valongo, visitou o Centro de Emprego de Valongo, onde se  inteirou do diagnóstico do desemprego no concelho tendo em conta os dados mais recentes.  O candidato diz que o desemprego no concelho atingiu um nível preocupante resultado do sucessivo encerramento de várias empresas no concelho como aconteceu com a LEAR. Os dados confirmam a gravidade da situação, estando inscritos, no final do mês de Maio de 2009, 6930 pessoas, ou seja, mais 1514 desempregados que no mesmo mês do ano anterior.  Cerca de metade dos inscritos residem em Ermesinde, o que leva o candidato a defender a criação de um balcão de atendimento do Centro de Emprego naquela freguesia. A concretização desta medida permitiria, por um lado, descongestionar o Centro de Emprego de Valongo e, por outro, servir melhor os utentes de Ermesinde que poupariam dezenas ou até centenas de euros em deslocações.   

Infelizmente, os elementos avançados vieram a confirmar os dados do BE que apontam para um acréscimo superior a 25% de desempregados no concelho em apenas um ano. Estes números demonstram que as prioridades assumidas pelo Bloco no combate à crise social são o caminho certo.
É uma realidade social que leva o Bloco de Esquerda dizer que o combate à crise social se deve fazer também através da acção da Câmara.

 

 

publicado por eliseupintolopes às 16:38
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